quarta-feira, março 14, 2007

Top 10 Coisas sobrevalorizadas


#10 - Bolachas Oreo

Como é que uma bolacha tão amarga consegue vender tanto?
Boa pergunta. O que é certo é que comer uma destas parece e sabe ao mesmo que comer dois pedaços de carvão com um pouco de açúcar no meio.



#9 - Praia

Vamos lá acordar cedíssimo num fim de semana para irmos para uma praia completamente apinhada de gente. Nada como ficar a assar ao sol durante umas horas, beber umas litradas de água extremamente salgada e voltar a casa com areia em todos os recantos e um escaldão.




#8 - Bacalhau

Por falar em coisas salgadas, que mania é esta de comer bacalhau em Portugal? Ainda se fosse fresco... Há 1001 maneiras de cozinhar bacalhau não é? Mas por mais voltas que se dê com receitas finórias, vai sempre saber a um pedaço de peixe ressequido e salgado.



#7 - Os Lusíadas

É tudo a dizer maravilhas desta grande obra da literatura portuguesa e tal. Mas cá pra mim só dizem que é bom porque o tema do livro é basicamente "Somos os maiores! Somos os maiores! Olhem o que nós fizemos!".
Além disso se há ponto negativo no que toca a livros, é serem muito longos, e este é muuuuito longo. No entanto há que elogiar o autor por conseguir fazer tanta rima.






#6 - O Padrinho

A sério, como é que isto pode ser considerado um dos melhores filmes de sempre? Olhem só praquilo ali ao lado. Concentrem-se na imagem durante 30 segundos e depois perguntem a vocês próprios como é que aquilo pode ser considerado bom.





#5 - Reciclagem

Reciclar o lixo dá simplesmente muito trabalho. Ter que separar a tralha toda em casa e depois ver os tipos da recolha a pegar nos 3 contentores e meter tudo pro mesmo sitio não ajuda propriamente a motivar.
"Mas é bom pro ambiente e tal!"
Tretas! O que é que interessa que daqui a uns 100 anos esteja tudo javardo? Já estaremos mortos, não vai fazer grande diferença.




#4 - Cerveja

Esta é outra que não percebo mesmo. Tanta gente parva por causa da cerveja, alcoólicos, malta a espetar-se de carro e aqueles tipos nos cafés que a acompanham com tremoços. Cerveja sabe horrivelmente mal, nem sequer mata a sede.




#3 - Descobrimentos

Com que então uns artistas decidem meter-se nuns barquinhos há umas centenas de anos e ainda hoje não se calaram com o assunto. Já percebemos, foram dar a umas terriolas novas.
Não vejo ninguém a fazer monumentos de cada vez que vou ao Alentejo.




#2 - Carta de condução

Vamos pôr a coisa deste modo. Dá muito trabalho e perde-se imenso tempo a tirá-la (para além de ser caro). E quando finalmente se pensa que o mau acabou, vai-se conduzir por aí fora e fica-se a gostar muito mais dos transportes públicos.



#1 - Votar

Seja qual for o motivo, presidenciais, referendos, etc, estou sempre pronto a apoiar o meu partido, Abstenção! Votar no fundo não vale a pena, não me lembro de nenhuma eleição em Portugal em que a vitória tenha sido alcançada por uma diferença de 500, ou vá, 1000 votos. E como normalmente são sempre ao fim de semana, mais uma razão pra ser fiel ao meu partido.
Hoje e sempre, vota abstenção!

sexta-feira, março 02, 2007

Epah, hoje não tenho cabeça pa títulos

Não, não morri. Estava só a fazer jus ao titulo do blog. Mas isso agora não interessa, uma noite destas estava eu no habitual zapping quando me deparo com o filme "Apólo 13".
Ora, nunca percebi qual é o interesse de ver filmes que contam histórias reais. Já se sabe o que vai acontecer, por isso surpreendidos não somos, a não ser que estejam a contar algo por que nós próprios passámos não há mesmo interesse nenhum no raio do filme.
O que se quer é fugir à realidade, "A paixão de Cristo", isso sim é um bom filme. Baseado nessa grande obra de ficção "A Biblia". E para alguém que só escreveu uma obra na vida, tem muitos clubes de leitura por esse mundo espalhado.

domingo, outubro 15, 2006

Catástrofe!

Mais um record do Guiness frustrado... Após cerca de 10 anos a praticar a arte de não ir ao grego, eis que hoje aconteceu a desgraça.
2016 aqui vamos nós.

P.S. - Nada como acordar com vómitos e diarreia para animar uma manhã de domingo.

segunda-feira, setembro 11, 2006

11 de Setembro

Mas agora temos de comer com documentários sobre o 11 de setembro todos os anos? Já não bastou o tempo de antena que ocupou em 2001... Já sabemos como é, aviões, pum, caiem as torres.
Isto há pessoas a tentar seguir o fio à meada das suas novelas, séries, o belo do episódio dos Malucos do Riso. Ora, onde é que eu meti o email do Provedor do Telespectador?

domingo, julho 30, 2006

Igualdade

Toda a gente sabe que existem 3 tipos de email.
  • Spam : Publicidade a torto e a direito.
  • Chainmail : Emails com bodegas a que alguém, que não conheces de lado nenhum, acha piada e manda pra todas as pessoas na lista de contactos.
  • Wanted: Emails que realmente te interessam. Estes constituem 0.5% de todos os emails.
Aqui há uns tempos recebi um chainmail que me alertava sobre as dificuldades que as pessoas com deficiências tinham no dia-a-dia e isto pôs-me a pensar. E que tal apimentar um pouco a vida dos deficientes? Vidas chatas já eles têm, por isso o que precisamos é de lhes aumentar as dificuldades.
Podiamos pedir aos fabricantes de lixívia para fazerem garrafas iguais às de água, os cegos iam passar horas de diversão a tentar descobrir qual das garrafas matava a sua sede e qual delas matava.
Outra mudança agradável era inventar a "Cadeira de Roda", nada melhor para alegrar o dia do que equilibrarmo-nos numa cadeira com uma só roda.
Espero que o governo não se esqueça dos deficientes e implemente umas medidas deste tipo para ânimo de todos esses coxos de Portugal!

segunda-feira, junho 19, 2006

Menina estás à janela

No outro dia ia jurar que tinha visto (ou se calhar foi dos comprimidos que precisam de receita médica, coisa que eu não tenho, que ando a tomar faz dois meses) um anúncio a uma nova telenovela da TVI onde um dos personagens está nos atentados de 11 de setembro nos EUA. E usam mesmo imagens reais dos ataques na novela.
Ora, acho isto de extremo bom gosto, aliás, meti-me a pensar e tenho pena de não trabalhar como argumentista pois lembrei-me de uma ideia que vou tentar vender à estação televisiva.
Já se sabe que para ser uma novela TVI o título tem de ser o de uma música ranhosa, por isso, a minha novela vai-se chamar "Menina estás à janela". A acção passa-se em 1942 no campo de concentração de Auschwitz e vamos poder acompanhar todas as peripécias e situações bem humoradas dos protagonistas Zé Tó e Tó Zé, gémeos idênticos de origem alentejana que dão por si enclausurados pelos nazis. Torturas, câmaras de gás, desmembramentos, toda uma panóplia de situações hilariantes que vamos poder presenciar nesta divertida novela da hora do jantar.
A ver se encontro nalgum arquivo televisivo umas imagens duma miúda júdia qualquer a olhar pela janela duma sala de tortura antes de ser morta para usar no genérico.

quinta-feira, junho 08, 2006

Profissão de sonho: Cangalheiro

Exactamente, os cangalheiros é que têm ali um belo tacho, vejamos as vantagens.
  • Nunca há desemprego no sector, porque há sempre tansos a morrer.
  • Exercício físico a abrir as covas.
  • Os clientes não mandam vir nem reclamam.
  • Se fizermos asneira, como pôr os mortos na campa errada ou arrancarmos um braço ao cliente, ninguém sabe.
E onde é que eu tiro o curso profissional de cangalheiro, perguntam-me vocês? Isso é o pior, só entram para uma posição destas num cemitério se tiverem alguma cunha (ou um acidente rodoviário).

quarta-feira, junho 07, 2006

A arte de fingir interesse

Se há coisa de que me orgulho de fazer bem, é de ser um mestre em fingir-me interessado nas conversas com que nem o Papa se rala. Por isso decidi dar aqui umas dicas para todos aqueles que ainda não aperfeiçoaram esta actividade, muito útil no local de trabalho, aulas ou mesmo entre amigos.
Obviamente, dependendo do teor da conversa, reage-se de forma diferente. Se a pessoa está a contar algo que é suposto ter piada, nunca é cedo para começar a guardar potência na gargalhada. Enquanto ela está a falar é imperativo que nós, o fingidor profissional, comecemos a pensar em coisas que não têm absolutamente nada a ver com a conversa. Aquele programa na TV que a achámos muita piada, aquela situação estúpida, etc.
Também ajuda pensar:
"Este(a) tipo(a) não faz a mínima ideia de que me estou a cagar para o que está a dizer."
Se, por outro lado, a conversa for alguma desgraça que aconteceu ao primo do tio do avô da vizinha do terceiro esquerdo do prédio do amigo, temos de tomar outras medidas. Não pensem em nada que possa causar riso, pensem antes em coisas do género:
"F*da-se, mas quando é que este(a) se cala? Nunca mais chego a casa". Trânsito, ordenado, arroz de pato, ajuda tudo a ficar deprimido. É também muito importante franzir os olhos e fazer o comentário "Xi!" e "Eh!" ocasionalmente para parecermos realmente interessados.
Seja qual for o conteúdo da conversa é crucial memorizar alguns nomes ou datas e usá-los em mini-frases para dar ainda mais veracidade à coisa. Exemplo:
Pessoa Chata: "... e depois o primo do Tiago, o João, foi ao..."
Interrompe-se a conversa com:
Fingidor: "O João é o primo do Tiago?"

Um aspecto que ajuda à concentração é o de pensar no que se tem de fazer mais logo / amanhã / esta semana, enquanto a pessoa fala.
E pronto, depois do chato se ir embora, basta apagar qualquer vestígio do que ele disse da nossa memória e estamos prontos para outra.
Espero que estas dicas básicas vos ajudem no dia-a-dia.

P.S. Odeio arroz de pato.

quinta-feira, maio 25, 2006

Em memória de...

Quando alguém morre ou há uma daquelas desgraças a que já estamos habituados, há sempre o pessoal a fazer os minutos de silêncio e tal. Pois eu declaro já aqui que quero o tratamento precisamente oposto!
No meu funeral quero que as pessoas que lá vão (se é que vai alguém), comecem aos berros o mais alto possível durante 1 minuto.
Já imagino na televisão, durante o funeral da fadista Marisa:
"Vamos agora fazer um minuto de ruído em memória da fadista."
Espero que a moda pegue, só é pena eu não estar cá pra ver... ou melhor, ouvir.

sábado, fevereiro 26, 2005

As questões que interessam realmente

Aqui há coisa de uns dias surgiu esta questão numa conversa que se estava a desenrolar no local de trabalho. Uma que decerto já vos ocorreu antes e, se tal não aconteceu, é porque não estão muito interessados nas que realmente fazem a diferença na sociedade em que vivemos, as que preocupam e que no geral fazem o país avançar. A questão era a seguinte:
O Freddie Mercury estava a dar ou a apanhar, quando foi infectado com o vírus da SIDA?
E depois disto, não venham cá os políticos dizer que o povo não dá atenção a assuntos relevantes.

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

A propósito das eleições

Sempre admirei a qualidade dos líderes partidários usarem o sorriso certo para os cartazes da sua campanha. A foto que se usa não pode ser uma qualquer, isto tem a sua arte. Eu passo a explicar:
O líder não pode estar carrancudo de modo a que não afaste potenciais votos, mas também não pode estar a sorrir desalmadamente pois se tiver mau resultado, após as eleições vai ser visto a sorrir feito parvo, mesmo tendo levado uma coça eleitoral. Todos sabemos quanto tempo demoram os cartazes a ser removidos por isso tem que se pensar neste aspecto de possível humilhação.
Ora, um exemplo de como não tirar a foto seria o de Carlos Carvalhas que (se calhar por isso tenha sido substituído), vá-se lá saber porquê, sorria como se não houvesse amanhã. Paulo Portas também esteve muito mal nos cartazes destas eleições, lá está ele todo contente por se ter demitido, até dá dó.
Menção honrosa para o Socrates que, para além de ter ganho as eleições, usou uma fantástica pose em que não se percebe se está com aquela cara porque está contente, ou porque está a levar com o sol nos olhos.

terça-feira, dezembro 07, 2004

Mania das conspirações

Não percebo esta mania que as pessoas têm de exagerar e inventar as histórias mais estapafurdias quando uma explicação possível muito mais simples está mesmo ali ao lado.
Se não vejamos o exemplo do que aconteceu no local onde trabalho faz uns tempos.
As minhas colegas andavam completamente histéricas porque tinham encontrado 2 velas acesas (que por acaso eram aromáticas) na casa de banho das senhoras, como é óbvio, a única razão pela qual as velas lá estavam era macumba. Iamos todos ficar debaixo de um feitiço! UHHHH!!
Convém referir que nunca entrei na casa de banho das senhoras, mas, se esta for parecida à dos homens, talvez alguém tenha reparado no intenso cheiro a MIJO que se encontra no local.
Até faz arder os olhos...

segunda-feira, dezembro 06, 2004

Ainda mexe!

Sim, ainda cá estamos, mas achei por bem mudar o lema do blog para este que faz mais sentido. Aproveitei também para mudar o look disto. A vontade de não fazer nenhum agravou-se e a depressão instalou-se. Mas sempre que estou em baixo penso numa pessoa que conheço cuja vida é o protótipo de "Mais desgraçada de sempre". Esqueçam as velhotas e as suas doenças mencionadas nos primeiros posts do blog, esta sim, é a verdadeira Disaster Lady, se não, reparem bem no número de feitos desta mulher:
  • O pai era bêbedo.
  • Levava porrada do acima citado em pequena, tanto que tem um declive de vários centimetros no topo da cabeça (Eu já comprovei). Tendo de escapar ao progenitor quando ele avançava para ela com um facalhão.
  • Foi posta a trabalhar bastante cedo. Aos 9 anos, se não me engano.
  • Dos 3 namorados sérios que teve:
    Com o 1º tinha casamento marcado, mas era paraquedista (guess what?), não se sabe se foi suicídio ou acidente porque nenhum dos 2 paraquedas foi aberto sequer.
    Com o 2º já tinha dado dinheiro para uma casa conjunta. Foi a casa na hora do almoço, num dia de trabalho e guess what?
    Actualmente está casada com o 3º.
  • Não conseguia engravidar.
  • Fez tratamentos e conseguiu, mas perdeu o bebé.
  • Voltou a fazer tratamentos, voltou a perder o bebé.
  • Se voltar a engravidar há hipoteses que não sobreviva.

E não há dia que não alegre num instante!

P.S. - O post aqui debaixo faz-me lembrar o anúncio do fantástico autocolante de emagrecimento da TVshop que está actualmente na, e passo a citar, "Campanha de Verão" e por isso tem o preço mais baixo.

sexta-feira, junho 11, 2004

Comunicado aos clientes do Continente Alfragide

Graças ao meu já vasto tempo (1 mês) como funcionário do Continente Alfragide venho por este meio alertar-vos para umas regras simples que são essenciais para a vossa segurança física dentro do estabelecimento. Estas regras são todas baseadas em acontecimentos reais.

Não vão bebados para a loja
Já é suficientemente dificil atender os clientes que querem "uma coisa assim, mas mais assim" ou variantes, quanto mais um que mal se aguenta em pé. Se forem mudos, tragam um bloco de notas para escrever o que querem.

Desarrumam, compram
Só desarrumem os produtos se tiverem a certeza absoluta de que os vão levar. Se por obra do diabo desarrumarem uma coisa, não a arrumem à vossa maneira, ou arrumam como está na loja, ou nem pensem em desarrumar. Vamos a exemplos práticos, assim é como deve ser, tentativas desmaseladas de "arrumar", como esta, serão prontamente punidas com o arremesso de algo pesado em direcção ao infractor.

Não façam perguntas estúpidas
Sim, eu sei que é dificil de acreditar, mas os funcionários não sabem onde estão colocados todos os produtos da loja. Se virem alguém na secção alimentar e lhes perguntarem onde é que estão as baterias para carro marca X, não se admirem da resposta. E não! Não temos o tamanho X ou Y daquelas calças ou ténis que tanto queriam comprar.

Uma menção honrosa
Ao tipo que já catou 3 pares de sapatos em dias consecutivos e deixou os velhos que trouxe de casa na loja, parabéns! Estás no bom caminho.

Se estas regras de ouro não forem cumpridas, sujeitam-se a ser seriamente sovados e maltratados por certos funcionários do estabelecimento.

P.S. - Não se esqueçam de levar um fato anti-radiação, pois nunca se sabe quando pode aparecer um dos baratões mutantes ultra-gigantes que habitam o local.

quarta-feira, maio 26, 2004

Não estamos sozinhos

Graças à leitura que fiz recentemente sobre a possível vida inteligente em Marte pus-me a pensar a sério sobre como seriam os extra-terrestres e cheguei à conclusão de que o pessoal de Hollywood tem tudo errado. Mesmo que um determinado tipo de ET's seja todo do mesmo planeta, de certeza que são originários de locais diferentes e não são todos iguais e enfadonhos como nos filmes. Aparte do ET da cidade, cheio de tecnologia e que toda a gente conhece, devem haver ET's do meio rural tão ou mais simpáticos. Destaco por exemplo o ET campino ou ainda o ET alentejano, que gostam de viver no campo, longe da poluição e do stress diário dos locais urbanos.
É claro que não se ficam por aqui, têm uma variedade de profissões igual à nossa, desde padeiros a jardineiros, bombeiros e futebolistas.
Por isso, da proxima vez que pensarem em extra-terrestres não caiam no estereótipo de máquinas assassinas sem vontade própria, eles também têm sentimentos.

terça-feira, maio 25, 2004

Isto é tudo tramóia do Paulo Portas

Realmente o modo de pensar das pessoas muda mesmo com o tempo, hoje descobri que 3 pessoas que conheço, incluindo uma rapariga, se voluntariaram para ir para a tropa. Isto, meus amigos, está contra todas as convicções da minha geração. Todos rezavam para que não fossem e se alguém ouvisse a palavra voluntário ficavam logo a pensar "Onde é que ponho a cruzinha para me safar a isto?".
Pensei um pouco mais no assunto e acho que é tudo uma trama do governo. Como a recruta obrigatória acabou, o exército ia ficar completamente vazio, logo, o governo aumentou propositadamente o desemprego para o pessoal ficar todo desesperado e se inscrever em tudo que é sitio onde se pode ganhar dinheiro. Depois dizem que é porque gostam da tropa. Quem é que eles pensam que enganam?

sábado, maio 22, 2004

Mas onde é que esta gente lava os legumes?

Há certas coisas que nunca esperamos ver em certos locais. O Bin Laden na choldra, o Benfica no primeiro lugar do campeonato ou no meu caso pessoal uma batata dentro da sanita. Note-se que não estou a dar uso a alguma metáfora elaborada nem algo do género, há uns dias quando me preparava para verter águas olho para baixo e vejo uma batata inteira com casca e tudo (não, não vi mal) ali a tomar banhinho.

P.S. - Aproveito também para dizer que não consumo bebidas alcóolicas ou drogas pesadas.

quarta-feira, março 10, 2004

O poder do alho

Quando estamos a folhear uma revista ou um jornal, lá encontramos um "artigo" que nos alerta para as fantásticas capacidades de um determinado alimento, limão, vinagre, etc.
Desta vez foi o Alho, mas a coisa que me fez reparar no "artigo" foi o seu magnífico título:
"Porquê empanturrar-se com alho?"
Ora, isto sim, é um título que chama a atenção. Chega daqueles "O alho é bom para a saúde" ou "Coma alho, que faz bem", já sinto um novo tipo de títulos a chegar, coisas do tipo "Coma até cair para o lado" e "Coma isto se tem tomates".
É claro que o "artigo" continua com um rol infindavel de todas as doenças que batem as botas em presença do malvado alho, mas não pude deixar de reparar nesta frase lá para o fim:
"E conheça também os seus perigos e efeitos secundários"
Tenha cuidado! Afinal é preferivel ficar doente a ver um novo conjunto de braços a crescer-lhe das costas.

sexta-feira, fevereiro 27, 2004

Capitão filete de peixe

Com isto do processo Casa Pia é de espantar como é que ainda não meteram a unha a uma vedeta da televisão, o auto-intitulado "Capitão" Iglo. Sempre que aparece ou está num barco cheio de miudos ou numa ilha cheia de criançada, não me digam que não é suspeito.

quarta-feira, fevereiro 25, 2004

Programação relâmpago

Antigamente quando viamos o mesmo filme duas vezes num ano, já era muito. Mas graças à programação de qualidade a que a TVI já nos habituou podemos agora ver a repetição de um filme passada uma semana.
Há uns tempos já era rápido mas ultimamente tem um ritmo de repetição quase tão grande como as saídas e entradas do antigo presidente do Benfica na choldra.