Em Portugal bastavam temperaturas inferiores a 8 graus para os lábios gretados fazerem a sua aparição. Ora, tendo em conta que a temperatura mais alta que houve desde que aqui cheguei (tanto quanto sei) foram -0.5 hoje, façamos as contas:
Temperaturas negativas + Eu = Ouch
Por outro lado, a neve até é engraçada e, apesar de estar apenas a adiar o inevitavel, após inumeros deslizes continuo imbativel!
Joca 57 - Tralhos 0
P.S. - Escrever num telefone só com as teclas numericas sucka
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
domingo, fevereiro 01, 2009
Ah e tal Finlândia
E como estamos em vesperas de me pirar pra Finlândia (e vai daí nem isso, faltam umas 3 horas pro voo) nada como fazer um post sobre a última vez que lá estive.
Para além de ter descoberto umas coisas interessantes (e estúpidas, principalmente estúpidas) como por exemplo:
- Pros finlandeses, portugueses a falar soam como russos bebedos.
- Não há pipocas doces nos cinemas, só salgadas. A sério, como é que isto é possível? Nós por cá podemos optar entre doces ou salgadas, mas sempre pensei que fosse a gozar, a modos que fingir que há uma hípotese de escolha. Porque ninguém no seu perfeito juízo vai comprar as salgadas.
- Os sacanas lêem a letra "J" como se fosse um "I". O que é apenas mais uma coisa a juntar à enorme lista de tretas associadas ao meu nome. Desde ser um nome praticamente exclusivo de pessoal idoso, ao trilião de vezes que se tem de ouvir a desinspirada frase "Oh Joaquim, tira a mão do pudim" durante a infância ou ainda ao facto de quando alguém não se lembra do meu nome me chamar sempre de Francisco. Agora vou pra um país onde não conseguem pronunciar o som "J", bonito.
- É proibido meter a roupa a secar à janela de casa. Pelos vistos a explicação oficial é "dá mau aspecto". O que faz certamente muito sentido.
Mas apesar de todas estas particularidades descobertas em apenas 2 semanas, de certeza que há mais e pior, o sítio também tem claramente coisas bastante mais avançadas do que por cá, senão vejamos este folheto dumas eleições locais que estavam a haver na altura que por lá passei.
O que dizer destes artistas? Desde a indumentária, à escolha de locais (sim, vamos tirar uma foto sentados em baloiços, decerto vai transmitir uma ideia de competência e rigor), aos penteados, poses que se assemelham estranhamente a movimentos de dança do Michael Jackson, ao tipo dos cabelos compridos tentar ao máximo não olhar na direcção da câmara ou este duo aparentemente estar a tentar recriar o look "Jay & Silent Bob" que tanto jeito dá aos políticos.
Segundo os nativos me informaram, o indivíduo chamado Kyuu tem um nome atípicamente finlandês. O que é curioso, porque antes de me chamarem à atenção sobre esse pormenor estava eu a pensar "O nome deste gajo escreve-se exactamente da mesma forma que o número 9 em japonês". Espero que não seja coincidência e que ele se tenha dado mesmo ao trabalho de mudar o nome para "Nove". E para o caso de se pensar que isto foi um acaso estúpido onde ficaram a parecer malucos e tal só acontece no folheto, basta fazer uma visita às páginas individuais destes políticos aqui pro Kyuu e aqui para o Oula. E somos logo presenteados com uma foto para cada um que nos confirmam estarmos de facto correctos quanto à ideia da maluquice.
Em resumo, Portugal precisa de mais políticos destes!
Quanto a mim, um tipo que gosta é de não fazer nenhum e nunca viu neve na vida, ir para um país do qual não fala a língua e onde as temperaturas da zona onde vou ficar já rondarem qualquer coisa entre os 10 e 20 graus negativos, parece ter sido uma coisa mesmo bem planeada.
Para além de ter descoberto umas coisas interessantes (e estúpidas, principalmente estúpidas) como por exemplo:
- Pros finlandeses, portugueses a falar soam como russos bebedos.
- Não há pipocas doces nos cinemas, só salgadas. A sério, como é que isto é possível? Nós por cá podemos optar entre doces ou salgadas, mas sempre pensei que fosse a gozar, a modos que fingir que há uma hípotese de escolha. Porque ninguém no seu perfeito juízo vai comprar as salgadas.
- Os sacanas lêem a letra "J" como se fosse um "I". O que é apenas mais uma coisa a juntar à enorme lista de tretas associadas ao meu nome. Desde ser um nome praticamente exclusivo de pessoal idoso, ao trilião de vezes que se tem de ouvir a desinspirada frase "Oh Joaquim, tira a mão do pudim" durante a infância ou ainda ao facto de quando alguém não se lembra do meu nome me chamar sempre de Francisco. Agora vou pra um país onde não conseguem pronunciar o som "J", bonito.
- É proibido meter a roupa a secar à janela de casa. Pelos vistos a explicação oficial é "dá mau aspecto". O que faz certamente muito sentido.
Mas apesar de todas estas particularidades descobertas em apenas 2 semanas, de certeza que há mais e pior, o sítio também tem claramente coisas bastante mais avançadas do que por cá, senão vejamos este folheto dumas eleições locais que estavam a haver na altura que por lá passei.

O que dizer destes artistas? Desde a indumentária, à escolha de locais (sim, vamos tirar uma foto sentados em baloiços, decerto vai transmitir uma ideia de competência e rigor), aos penteados, poses que se assemelham estranhamente a movimentos de dança do Michael Jackson, ao tipo dos cabelos compridos tentar ao máximo não olhar na direcção da câmara ou este duo aparentemente estar a tentar recriar o look "Jay & Silent Bob" que tanto jeito dá aos políticos.
Segundo os nativos me informaram, o indivíduo chamado Kyuu tem um nome atípicamente finlandês. O que é curioso, porque antes de me chamarem à atenção sobre esse pormenor estava eu a pensar "O nome deste gajo escreve-se exactamente da mesma forma que o número 9 em japonês". Espero que não seja coincidência e que ele se tenha dado mesmo ao trabalho de mudar o nome para "Nove". E para o caso de se pensar que isto foi um acaso estúpido onde ficaram a parecer malucos e tal só acontece no folheto, basta fazer uma visita às páginas individuais destes políticos aqui pro Kyuu e aqui para o Oula. E somos logo presenteados com uma foto para cada um que nos confirmam estarmos de facto correctos quanto à ideia da maluquice.Em resumo, Portugal precisa de mais políticos destes!
Quanto a mim, um tipo que gosta é de não fazer nenhum e nunca viu neve na vida, ir para um país do qual não fala a língua e onde as temperaturas da zona onde vou ficar já rondarem qualquer coisa entre os 10 e 20 graus negativos, parece ter sido uma coisa mesmo bem planeada.
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Por falar em pior
Se já pensava que a qualidade da programação televisiva portuguesa era baixa quando tinha horários menos vampirescos, então agora nem se fala.
Televendas e concursos de sopa de letras...
Televendas e concursos de sopa de letras...
domingo, dezembro 28, 2008
Pode sempre ser pior
Aqui há uns belos anos era da opinião de que todos os prédios padeciam do síndrome d'"A Bruxa". Caracterizado pela existência de uma senhora idosa que, reside algures no edifício, se veste completamente de preto (Arrotem góticos, pensavam que eram originais? Estas tipas é que são old school) e é básicamente a pessoa mais desmancha-prazeres, refilona e chata que existe.
Havia uma no prédio de todos os meus amigos quando era puto, o que justificou o seu estatuto de constante. Confesso que no presente desconheço os inquilinos do pessoal mais chegado mas na altura o mundo era mais pequeno e conhecia-se toda a gente.
Desde que tive noção do ambiente que me rodeava que a senhora lá estava, no rés-do-chão, e quando ela se mudou, foi prontamente substituída por uma nova velha (que trocadilho fantástico). Esta conseguia ser ainda mais irritante em tudo o que fazia, de tal forma que quando certo dia evitou que fosse atropelado por um automóvel eu tivesse ficado zangado por ela se ter intrometido. De facto, no final do incidente preferia ter comido com o carro nas trombas, o que se calhar não teria sido a melhor das escolhas (Enfim, putos de 8 anos).
Eis senão quando o raio da velha também se mete a andar dali pra fora, deitando abaixo a teoria fruto de vários anos de pesquisa, e aparece um casal normalíssimo e que não chateava ninguém. E a paz reinou por longos anos.
Até que, finalmente, também eles foram para pastagens mais verdes, dando lugar aos actuais residentes. Faz pensar no que raio terá a casa de mal para se pirarem todos, serão os vizinhos de cima?
Após o colapso da anterior teoria, surgiu uma nova muito mais abrangente que pode ser utilizada numa panóplia de situações além velhas.
A teoria que domina agora é a "Pode sempre ser pior", porque por mais más que as coisas estejam podem sempre ficar piores.
Por exemplo, actualmente não vive nenhuma velha lá em baixo, no entanto são ainda piores do que uma velha alguma vez poderia ser. Basta dizer duas palavras, música alta. Apesar das velhas serem chatas e poderem interceptarem-nos em qualquer sítio, supermercado, entrada do prédio ou na rua em geral, havia um local onde sabiamos que estávamos completamente a salvo, dentro de casa. Ora isto não é verdade quando o problema é música alta, claro que se pode sair e tal mas eventualmente tem de se voltar.
Mas pode ser pior? Claro. Pode-se aumentar o volume, a frequência com que se põe a música a altos berros ou ainda a duração de cada sessão e ainda bem que não estamos nos EUA ou nalgum país com elevada proliferação de armas de fogo ou se calhar já tinha aparecido nos noticiários.
Havia uma no prédio de todos os meus amigos quando era puto, o que justificou o seu estatuto de constante. Confesso que no presente desconheço os inquilinos do pessoal mais chegado mas na altura o mundo era mais pequeno e conhecia-se toda a gente.
Desde que tive noção do ambiente que me rodeava que a senhora lá estava, no rés-do-chão, e quando ela se mudou, foi prontamente substituída por uma nova velha (que trocadilho fantástico). Esta conseguia ser ainda mais irritante em tudo o que fazia, de tal forma que quando certo dia evitou que fosse atropelado por um automóvel eu tivesse ficado zangado por ela se ter intrometido. De facto, no final do incidente preferia ter comido com o carro nas trombas, o que se calhar não teria sido a melhor das escolhas (Enfim, putos de 8 anos).
Eis senão quando o raio da velha também se mete a andar dali pra fora, deitando abaixo a teoria fruto de vários anos de pesquisa, e aparece um casal normalíssimo e que não chateava ninguém. E a paz reinou por longos anos.
Até que, finalmente, também eles foram para pastagens mais verdes, dando lugar aos actuais residentes. Faz pensar no que raio terá a casa de mal para se pirarem todos, serão os vizinhos de cima?
Após o colapso da anterior teoria, surgiu uma nova muito mais abrangente que pode ser utilizada numa panóplia de situações além velhas.
A teoria que domina agora é a "Pode sempre ser pior", porque por mais más que as coisas estejam podem sempre ficar piores.
Por exemplo, actualmente não vive nenhuma velha lá em baixo, no entanto são ainda piores do que uma velha alguma vez poderia ser. Basta dizer duas palavras, música alta. Apesar das velhas serem chatas e poderem interceptarem-nos em qualquer sítio, supermercado, entrada do prédio ou na rua em geral, havia um local onde sabiamos que estávamos completamente a salvo, dentro de casa. Ora isto não é verdade quando o problema é música alta, claro que se pode sair e tal mas eventualmente tem de se voltar.
Mas pode ser pior? Claro. Pode-se aumentar o volume, a frequência com que se põe a música a altos berros ou ainda a duração de cada sessão e ainda bem que não estamos nos EUA ou nalgum país com elevada proliferação de armas de fogo ou se calhar já tinha aparecido nos noticiários.
quinta-feira, dezembro 25, 2008
Fazer a barba é muito chato
A máquina de barbear que me deram hoje trazia um folheto que dizia o seguinte:
"Você barbeia o equivalente a um campo de futebol a cada 18 meses"
Ora isto parece-me um desperdício completo de energia, tanto a fazer crescer tamanho barbão como depois a mandá-lo às urtigas.
Parece-me que seria muito melhor empregue sendo utilizada para fazer crescer um terceiro braço, aumentar o tamanho do cérebro ou mesmo do pénis. (De certeza que esta última ia agradar a muita gente)
"Você barbeia o equivalente a um campo de futebol a cada 18 meses"
Ora isto parece-me um desperdício completo de energia, tanto a fazer crescer tamanho barbão como depois a mandá-lo às urtigas.
Parece-me que seria muito melhor empregue sendo utilizada para fazer crescer um terceiro braço, aumentar o tamanho do cérebro ou mesmo do pénis. (De certeza que esta última ia agradar a muita gente)
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Mas porquê!?
Pode parecer que não, mas eu adoro este blog. Sempre que volto a ele após largos períodos de inactividade acabo por conseguir fazer-me rir a mim próprio. O que só por si já dá utilidade à coisa, no mínimo significa que acho mesmo piada ao que faço (especialmente quando não me lembro do final da frase que estou a ler).
Passando então das coisas a que acho graça para as que definitivamente não percebo e para as quais julgo não existir nenhuma justificação plausível, para além da clássica "Um parafuso a menos". Mas essa não conta, pois pode ser utilizada em qualquer situação.
Posso dizer que tenho uma vasta experiência no uso de transportes públicos, em especial do autocarro 179, nas incontáveis viagens que já fiz de casa para Queluz e vice-versa. Ora, desde que comecei a usar esta carreira com regularidade, lá para o 7º ano de liceu, que tenho reparado em algo que me põe sempre a pensar "Mas que raio?" e curiosamente parece acontecer apenas no sentido Queluz -> Venda Seca. Nas alturas em que o autocarro demora mais a chegar, seja qual for o motivo (trânsito, atrasos ou se o maldito horário é mesmo assim) ainda se espera um bom bocado, talvez uns 30 minutos num caso mau.
É aqui que entra o comportamento inexplicável, há pessoas sem deficiências físicas ou lesões aparentes, que não pertecem à terceira idade, num dia de sol, que esperam 30 minutos ou mais pelo autocarro para depois sairem na paragem seguinte a menos de 100 metros de distância.
MAS PORQUÊ!?
Dá para ver o raio da paragem ali à frente!
A carreira começa a viagem em Queluz, por isso tenho a certeza que não é alguém que vem duma paragem anterior. Para quê submeter-se à espera interminável quando o nosso destino está já ali a três passos? Recuso-me a acreditar que seja apenas preguiça, porque como detentor do título de pessoa mais preguiçosa de Portugal, quiçá da Europa, nem eu me dava ao trabalho de fazer tal coisa.
O pior é que não é um caso isolado, que tenha acontecido só uma vez ou só uma pessoa se comporte assim, ao longo dos anos foram inúmeras as vezes que testemunhei algo do género.
A única coisa que me ocorre para piorar a situação, e é algo que me vem à cabeça sempre que presencio uma destas maravilhas, é estas pessoas pagarem mensalmente o rico do passe para usufruir apenas daquela viagem.
Passando então das coisas a que acho graça para as que definitivamente não percebo e para as quais julgo não existir nenhuma justificação plausível, para além da clássica "Um parafuso a menos". Mas essa não conta, pois pode ser utilizada em qualquer situação.
Posso dizer que tenho uma vasta experiência no uso de transportes públicos, em especial do autocarro 179, nas incontáveis viagens que já fiz de casa para Queluz e vice-versa. Ora, desde que comecei a usar esta carreira com regularidade, lá para o 7º ano de liceu, que tenho reparado em algo que me põe sempre a pensar "Mas que raio?" e curiosamente parece acontecer apenas no sentido Queluz -> Venda Seca. Nas alturas em que o autocarro demora mais a chegar, seja qual for o motivo (trânsito, atrasos ou se o maldito horário é mesmo assim) ainda se espera um bom bocado, talvez uns 30 minutos num caso mau.
É aqui que entra o comportamento inexplicável, há pessoas sem deficiências físicas ou lesões aparentes, que não pertecem à terceira idade, num dia de sol, que esperam 30 minutos ou mais pelo autocarro para depois sairem na paragem seguinte a menos de 100 metros de distância.
MAS PORQUÊ!?
Dá para ver o raio da paragem ali à frente!
A carreira começa a viagem em Queluz, por isso tenho a certeza que não é alguém que vem duma paragem anterior. Para quê submeter-se à espera interminável quando o nosso destino está já ali a três passos? Recuso-me a acreditar que seja apenas preguiça, porque como detentor do título de pessoa mais preguiçosa de Portugal, quiçá da Europa, nem eu me dava ao trabalho de fazer tal coisa.
O pior é que não é um caso isolado, que tenha acontecido só uma vez ou só uma pessoa se comporte assim, ao longo dos anos foram inúmeras as vezes que testemunhei algo do género.
A única coisa que me ocorre para piorar a situação, e é algo que me vem à cabeça sempre que presencio uma destas maravilhas, é estas pessoas pagarem mensalmente o rico do passe para usufruir apenas daquela viagem.
quarta-feira, março 14, 2007
Top 10 Coisas sobrevalorizadas
#10 - Bolachas Oreo
Como é que uma bolacha tão amarga consegue vender tanto?
Boa pergunta. O que é certo é que comer uma destas parece e sabe ao mesmo que comer dois pedaços de carvão com um pouco de açúcar no meio.
#9 - PraiaVamos lá acordar cedíssimo num fim de semana para irmos para uma praia completamente apinhada de gente. Nada como ficar a assar ao sol durante umas horas, beber umas litradas de água extremamente salgada e voltar a casa com areia em todos os recantos e um escaldão.

#8 - Bacalhau
Por falar em coisas salgadas, que mania é esta de comer bacalhau em Portugal? Ainda se fosse fresco... Há 1001 maneiras de cozinhar bacalhau não é? Mas por mais voltas que se dê com receitas finórias, vai sempre saber a um pedaço de peixe ressequido e salgado.

#7 - Os Lusíadas
É tudo a dizer maravilhas desta grande obra da literatura portuguesa e tal. Mas cá pra mim só dizem que é bom porque o tema do livro é basicamente "Somos os maiores! Somos os maiores! Olhem o que nós fizemos!".
Além disso se há ponto negativo no que toca a livros, é serem muito longos, e este é muuuuito longo. No entanto há que elogiar o autor por conseguir fazer tanta rima.

#6 - O Padrinho
A sério, como é que isto pode ser considerado um dos melhores filmes de sempre? Olhem só praquilo ali ao lado. Concentrem-se na imagem durante 30 segundos e depois perguntem a vocês próprios como é que aquilo pode ser considerado bom.
Reciclar o lixo dá simplesmente muito trabalho. Ter que separar a tralha toda em casa e depois ver os tipos da recolha a pegar nos 3 contentores e meter tudo pro mesmo sitio não ajuda propriamente a motivar.
"Mas é bom pro ambiente e tal!"
Tretas! O que é que interessa que daqui a uns 100 anos esteja tudo javardo? Já estaremos mortos, não vai fazer grande diferença.

#4 - Cerveja
Esta é outra que não percebo mesmo. Tanta gente parva por causa da cerveja, alcoólicos, malta a espetar-se de carro e aqueles tipos nos cafés que a acompanham com tremoços. Cerveja sabe horrivelmente mal, nem sequer mata a sede.

#3 - Descobrimentos
Com que então uns artistas decidem meter-se nuns barquinhos há umas centenas de anos e ainda hoje não se calaram com o assunto. Já percebemos, foram dar a umas terriolas novas.
Não vejo ninguém a fazer monumentos de cada vez que vou ao Alentejo.
#2 - Carta de condução

Vamos pôr a coisa deste modo. Dá muito trabalho e perde-se imenso tempo a tirá-la (para além de ser caro). E quando finalmente se pensa que o mau acabou, vai-se conduzir por aí fora e fica-se a gostar muito mais dos transportes públicos.

#1 - Votar
Seja qual for o motivo, presidenciais, referendos, etc, estou sempre pronto a apoiar o meu partido, Abstenção! Votar no fundo não vale a pena, não me lembro de nenhuma eleição em Portugal em que a vitória tenha sido alcançada por uma diferença de 500, ou vá, 1000 votos. E como normalmente são sempre ao fim de semana, mais uma razão pra ser fiel ao meu partido.
Hoje e sempre, vota abstenção!
sexta-feira, março 02, 2007
Epah, hoje não tenho cabeça pa títulos
Não, não morri. Estava só a fazer jus ao titulo do blog. Mas isso agora não interessa, uma noite destas estava eu no habitual zapping quando me deparo com o filme "Apólo 13".
Ora, nunca percebi qual é o interesse de ver filmes que contam histórias reais. Já se sabe o que vai acontecer, por isso surpreendidos não somos, a não ser que estejam a contar algo por que nós próprios passámos não há mesmo interesse nenhum no raio do filme.
O que se quer é fugir à realidade, "A paixão de Cristo", isso sim é um bom filme. Baseado nessa grande obra de ficção "A Biblia". E para alguém que só escreveu uma obra na vida, tem muitos clubes de leitura por esse mundo espalhado.
Ora, nunca percebi qual é o interesse de ver filmes que contam histórias reais. Já se sabe o que vai acontecer, por isso surpreendidos não somos, a não ser que estejam a contar algo por que nós próprios passámos não há mesmo interesse nenhum no raio do filme.
O que se quer é fugir à realidade, "A paixão de Cristo", isso sim é um bom filme. Baseado nessa grande obra de ficção "A Biblia". E para alguém que só escreveu uma obra na vida, tem muitos clubes de leitura por esse mundo espalhado.
domingo, outubro 15, 2006
Catástrofe!
Mais um record do Guiness frustrado... Após cerca de 10 anos a praticar a arte de não ir ao grego, eis que hoje aconteceu a desgraça.
2016 aqui vamos nós.
P.S. - Nada como acordar com vómitos e diarreia para animar uma manhã de domingo.
2016 aqui vamos nós.
P.S. - Nada como acordar com vómitos e diarreia para animar uma manhã de domingo.
segunda-feira, setembro 11, 2006
11 de Setembro
Mas agora temos de comer com documentários sobre o 11 de setembro todos os anos? Já não bastou o tempo de antena que ocupou em 2001... Já sabemos como é, aviões, pum, caiem as torres.
Isto há pessoas a tentar seguir o fio à meada das suas novelas, séries, o belo do episódio dos Malucos do Riso. Ora, onde é que eu meti o email do Provedor do Telespectador?
Isto há pessoas a tentar seguir o fio à meada das suas novelas, séries, o belo do episódio dos Malucos do Riso. Ora, onde é que eu meti o email do Provedor do Telespectador?
domingo, julho 30, 2006
Igualdade
Toda a gente sabe que existem 3 tipos de email.
Podiamos pedir aos fabricantes de lixívia para fazerem garrafas iguais às de água, os cegos iam passar horas de diversão a tentar descobrir qual das garrafas matava a sua sede e qual delas matava.
Outra mudança agradável era inventar a "Cadeira de Roda", nada melhor para alegrar o dia do que equilibrarmo-nos numa cadeira com uma só roda.
Espero que o governo não se esqueça dos deficientes e implemente umas medidas deste tipo para ânimo de todos esses coxos de Portugal!
- Spam : Publicidade a torto e a direito.
- Chainmail : Emails com bodegas a que alguém, que não conheces de lado nenhum, acha piada e manda pra todas as pessoas na lista de contactos.
- Wanted: Emails que realmente te interessam. Estes constituem 0.5% de todos os emails.
Podiamos pedir aos fabricantes de lixívia para fazerem garrafas iguais às de água, os cegos iam passar horas de diversão a tentar descobrir qual das garrafas matava a sua sede e qual delas matava.
Outra mudança agradável era inventar a "Cadeira de Roda", nada melhor para alegrar o dia do que equilibrarmo-nos numa cadeira com uma só roda.
Espero que o governo não se esqueça dos deficientes e implemente umas medidas deste tipo para ânimo de todos esses coxos de Portugal!
segunda-feira, junho 19, 2006
Menina estás à janela
No outro dia ia jurar que tinha visto (ou se calhar foi dos comprimidos que precisam de receita médica, coisa que eu não tenho, que ando a tomar faz dois meses) um anúncio a uma nova telenovela da TVI onde um dos personagens está nos atentados de 11 de setembro nos EUA. E usam mesmo imagens reais dos ataques na novela.
Ora, acho isto de extremo bom gosto, aliás, meti-me a pensar e tenho pena de não trabalhar como argumentista pois lembrei-me de uma ideia que vou tentar vender à estação televisiva.
Já se sabe que para ser uma novela TVI o título tem de ser o de uma música ranhosa, por isso, a minha novela vai-se chamar "Menina estás à janela". A acção passa-se em 1942 no campo de concentração de Auschwitz e vamos poder acompanhar todas as peripécias e situações bem humoradas dos protagonistas Zé Tó e Tó Zé, gémeos idênticos de origem alentejana que dão por si enclausurados pelos nazis. Torturas, câmaras de gás, desmembramentos, toda uma panóplia de situações hilariantes que vamos poder presenciar nesta divertida novela da hora do jantar.
A ver se encontro nalgum arquivo televisivo umas imagens duma miúda júdia qualquer a olhar pela janela duma sala de tortura antes de ser morta para usar no genérico.
Ora, acho isto de extremo bom gosto, aliás, meti-me a pensar e tenho pena de não trabalhar como argumentista pois lembrei-me de uma ideia que vou tentar vender à estação televisiva.
Já se sabe que para ser uma novela TVI o título tem de ser o de uma música ranhosa, por isso, a minha novela vai-se chamar "Menina estás à janela". A acção passa-se em 1942 no campo de concentração de Auschwitz e vamos poder acompanhar todas as peripécias e situações bem humoradas dos protagonistas Zé Tó e Tó Zé, gémeos idênticos de origem alentejana que dão por si enclausurados pelos nazis. Torturas, câmaras de gás, desmembramentos, toda uma panóplia de situações hilariantes que vamos poder presenciar nesta divertida novela da hora do jantar.
A ver se encontro nalgum arquivo televisivo umas imagens duma miúda júdia qualquer a olhar pela janela duma sala de tortura antes de ser morta para usar no genérico.
quinta-feira, junho 08, 2006
Profissão de sonho: Cangalheiro
Exactamente, os cangalheiros é que têm ali um belo tacho, vejamos as vantagens.
- Nunca há desemprego no sector, porque há sempre tansos a morrer.
- Exercício físico a abrir as covas.
- Os clientes não mandam vir nem reclamam.
- Se fizermos asneira, como pôr os mortos na campa errada ou arrancarmos um braço ao cliente, ninguém sabe.
quarta-feira, junho 07, 2006
A arte de fingir interesse
Se há coisa de que me orgulho de fazer bem, é de ser um mestre em fingir-me interessado nas conversas com que nem o Papa se rala. Por isso decidi dar aqui umas dicas para todos aqueles que ainda não aperfeiçoaram esta actividade, muito útil no local de trabalho, aulas ou mesmo entre amigos.
Obviamente, dependendo do teor da conversa, reage-se de forma diferente. Se a pessoa está a contar algo que é suposto ter piada, nunca é cedo para começar a guardar potência na gargalhada. Enquanto ela está a falar é imperativo que nós, o fingidor profissional, comecemos a pensar em coisas que não têm absolutamente nada a ver com a conversa. Aquele programa na TV que a achámos muita piada, aquela situação estúpida, etc.
Também ajuda pensar:
"Este(a) tipo(a) não faz a mínima ideia de que me estou a cagar para o que está a dizer."
Se, por outro lado, a conversa for alguma desgraça que aconteceu ao primo do tio do avô da vizinha do terceiro esquerdo do prédio do amigo, temos de tomar outras medidas. Não pensem em nada que possa causar riso, pensem antes em coisas do género:
"F*da-se, mas quando é que este(a) se cala? Nunca mais chego a casa". Trânsito, ordenado, arroz de pato, ajuda tudo a ficar deprimido. É também muito importante franzir os olhos e fazer o comentário "Xi!" e "Eh!" ocasionalmente para parecermos realmente interessados.
Seja qual for o conteúdo da conversa é crucial memorizar alguns nomes ou datas e usá-los em mini-frases para dar ainda mais veracidade à coisa. Exemplo:
Pessoa Chata: "... e depois o primo do Tiago, o João, foi ao..."
Interrompe-se a conversa com:
Fingidor: "O João é o primo do Tiago?"
Um aspecto que ajuda à concentração é o de pensar no que se tem de fazer mais logo / amanhã / esta semana, enquanto a pessoa fala.
E pronto, depois do chato se ir embora, basta apagar qualquer vestígio do que ele disse da nossa memória e estamos prontos para outra.
Espero que estas dicas básicas vos ajudem no dia-a-dia.
P.S. Odeio arroz de pato.
Obviamente, dependendo do teor da conversa, reage-se de forma diferente. Se a pessoa está a contar algo que é suposto ter piada, nunca é cedo para começar a guardar potência na gargalhada. Enquanto ela está a falar é imperativo que nós, o fingidor profissional, comecemos a pensar em coisas que não têm absolutamente nada a ver com a conversa. Aquele programa na TV que a achámos muita piada, aquela situação estúpida, etc.
Também ajuda pensar:
"Este(a) tipo(a) não faz a mínima ideia de que me estou a cagar para o que está a dizer."
Se, por outro lado, a conversa for alguma desgraça que aconteceu ao primo do tio do avô da vizinha do terceiro esquerdo do prédio do amigo, temos de tomar outras medidas. Não pensem em nada que possa causar riso, pensem antes em coisas do género:
"F*da-se, mas quando é que este(a) se cala? Nunca mais chego a casa". Trânsito, ordenado, arroz de pato, ajuda tudo a ficar deprimido. É também muito importante franzir os olhos e fazer o comentário "Xi!" e "Eh!" ocasionalmente para parecermos realmente interessados.
Seja qual for o conteúdo da conversa é crucial memorizar alguns nomes ou datas e usá-los em mini-frases para dar ainda mais veracidade à coisa. Exemplo:
Pessoa Chata: "... e depois o primo do Tiago, o João, foi ao..."
Interrompe-se a conversa com:
Fingidor: "O João é o primo do Tiago?"
Um aspecto que ajuda à concentração é o de pensar no que se tem de fazer mais logo / amanhã / esta semana, enquanto a pessoa fala.
E pronto, depois do chato se ir embora, basta apagar qualquer vestígio do que ele disse da nossa memória e estamos prontos para outra.
Espero que estas dicas básicas vos ajudem no dia-a-dia.
P.S. Odeio arroz de pato.
quinta-feira, maio 25, 2006
Em memória de...
Quando alguém morre ou há uma daquelas desgraças a que já estamos habituados, há sempre o pessoal a fazer os minutos de silêncio e tal. Pois eu declaro já aqui que quero o tratamento precisamente oposto!
No meu funeral quero que as pessoas que lá vão (se é que vai alguém), comecem aos berros o mais alto possível durante 1 minuto.
Já imagino na televisão, durante o funeral da fadista Marisa:
"Vamos agora fazer um minuto de ruído em memória da fadista."
Espero que a moda pegue, só é pena eu não estar cá pra ver... ou melhor, ouvir.
No meu funeral quero que as pessoas que lá vão (se é que vai alguém), comecem aos berros o mais alto possível durante 1 minuto.
Já imagino na televisão, durante o funeral da fadista Marisa:
"Vamos agora fazer um minuto de ruído em memória da fadista."
Espero que a moda pegue, só é pena eu não estar cá pra ver... ou melhor, ouvir.
sábado, fevereiro 26, 2005
As questões que interessam realmente
Aqui há coisa de uns dias surgiu esta questão numa conversa que se estava a desenrolar no local de trabalho. Uma que decerto já vos ocorreu antes e, se tal não aconteceu, é porque não estão muito interessados nas que realmente fazem a diferença na sociedade em que vivemos, as que preocupam e que no geral fazem o país avançar. A questão era a seguinte:
O Freddie Mercury estava a dar ou a apanhar, quando foi infectado com o vírus da SIDA?
E depois disto, não venham cá os políticos dizer que o povo não dá atenção a assuntos relevantes.
O Freddie Mercury estava a dar ou a apanhar, quando foi infectado com o vírus da SIDA?
E depois disto, não venham cá os políticos dizer que o povo não dá atenção a assuntos relevantes.
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
A propósito das eleições
Sempre admirei a qualidade dos líderes partidários usarem o sorriso certo para os cartazes da sua campanha. A foto que se usa não pode ser uma qualquer, isto tem a sua arte. Eu passo a explicar:
O líder não pode estar carrancudo de modo a que não afaste potenciais votos, mas também não pode estar a sorrir desalmadamente pois se tiver mau resultado, após as eleições vai ser visto a sorrir feito parvo, mesmo tendo levado uma coça eleitoral. Todos sabemos quanto tempo demoram os cartazes a ser removidos por isso tem que se pensar neste aspecto de possível humilhação.
Ora, um exemplo de como não tirar a foto seria o de Carlos Carvalhas que (se calhar por isso tenha sido substituído), vá-se lá saber porquê, sorria como se não houvesse amanhã. Paulo Portas também esteve muito mal nos cartazes destas eleições, lá está ele todo contente por se ter demitido, até dá dó.
Menção honrosa para o Socrates que, para além de ter ganho as eleições, usou uma fantástica pose em que não se percebe se está com aquela cara porque está contente, ou porque está a levar com o sol nos olhos.
O líder não pode estar carrancudo de modo a que não afaste potenciais votos, mas também não pode estar a sorrir desalmadamente pois se tiver mau resultado, após as eleições vai ser visto a sorrir feito parvo, mesmo tendo levado uma coça eleitoral. Todos sabemos quanto tempo demoram os cartazes a ser removidos por isso tem que se pensar neste aspecto de possível humilhação.
Ora, um exemplo de como não tirar a foto seria o de Carlos Carvalhas que (se calhar por isso tenha sido substituído), vá-se lá saber porquê, sorria como se não houvesse amanhã. Paulo Portas também esteve muito mal nos cartazes destas eleições, lá está ele todo contente por se ter demitido, até dá dó.
Menção honrosa para o Socrates que, para além de ter ganho as eleições, usou uma fantástica pose em que não se percebe se está com aquela cara porque está contente, ou porque está a levar com o sol nos olhos.
terça-feira, dezembro 07, 2004
Mania das conspirações
Não percebo esta mania que as pessoas têm de exagerar e inventar as histórias mais estapafurdias quando uma explicação possível muito mais simples está mesmo ali ao lado.
Se não vejamos o exemplo do que aconteceu no local onde trabalho faz uns tempos.
As minhas colegas andavam completamente histéricas porque tinham encontrado 2 velas acesas (que por acaso eram aromáticas) na casa de banho das senhoras, como é óbvio, a única razão pela qual as velas lá estavam era macumba. Iamos todos ficar debaixo de um feitiço! UHHHH!!
Convém referir que nunca entrei na casa de banho das senhoras, mas, se esta for parecida à dos homens, talvez alguém tenha reparado no intenso cheiro a MIJO que se encontra no local.
Até faz arder os olhos...
Se não vejamos o exemplo do que aconteceu no local onde trabalho faz uns tempos.
As minhas colegas andavam completamente histéricas porque tinham encontrado 2 velas acesas (que por acaso eram aromáticas) na casa de banho das senhoras, como é óbvio, a única razão pela qual as velas lá estavam era macumba. Iamos todos ficar debaixo de um feitiço! UHHHH!!
Convém referir que nunca entrei na casa de banho das senhoras, mas, se esta for parecida à dos homens, talvez alguém tenha reparado no intenso cheiro a MIJO que se encontra no local.
Até faz arder os olhos...
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Ainda mexe!
Sim, ainda cá estamos, mas achei por bem mudar o lema do blog para este que faz mais sentido. Aproveitei também para mudar o look disto. A vontade de não fazer nenhum agravou-se e a depressão instalou-se. Mas sempre que estou em baixo penso numa pessoa que conheço cuja vida é o protótipo de "Mais desgraçada de sempre". Esqueçam as velhotas e as suas doenças mencionadas nos primeiros posts do blog, esta sim, é a verdadeira Disaster Lady, se não, reparem bem no número de feitos desta mulher:
- O pai era bêbedo.
- Levava porrada do acima citado em pequena, tanto que tem um declive de vários centimetros no topo da cabeça (Eu já comprovei). Tendo de escapar ao progenitor quando ele avançava para ela com um facalhão.
- Foi posta a trabalhar bastante cedo. Aos 9 anos, se não me engano.
- Dos 3 namorados sérios que teve:
Com o 1º tinha casamento marcado, mas era paraquedista (guess what?), não se sabe se foi suicídio ou acidente porque nenhum dos 2 paraquedas foi aberto sequer.
Com o 2º já tinha dado dinheiro para uma casa conjunta. Foi a casa na hora do almoço, num dia de trabalho e guess what?
Actualmente está casada com o 3º. - Não conseguia engravidar.
- Fez tratamentos e conseguiu, mas perdeu o bebé.
- Voltou a fazer tratamentos, voltou a perder o bebé.
- Se voltar a engravidar há hipoteses que não sobreviva.
E não há dia que não alegre num instante!
P.S. - O post aqui debaixo faz-me lembrar o anúncio do fantástico autocolante de emagrecimento da TVshop que está actualmente na, e passo a citar, "Campanha de Verão" e por isso tem o preço mais baixo.
sexta-feira, junho 11, 2004
Comunicado aos clientes do Continente Alfragide
Graças ao meu já vasto tempo (1 mês) como funcionário do Continente Alfragide venho por este meio alertar-vos para umas regras simples que são essenciais para a vossa segurança física dentro do estabelecimento. Estas regras são todas baseadas em acontecimentos reais.
Não vão bebados para a loja
Já é suficientemente dificil atender os clientes que querem "uma coisa assim, mas mais assim" ou variantes, quanto mais um que mal se aguenta em pé. Se forem mudos, tragam um bloco de notas para escrever o que querem.
Desarrumam, compram
Só desarrumem os produtos se tiverem a certeza absoluta de que os vão levar. Se por obra do diabo desarrumarem uma coisa, não a arrumem à vossa maneira, ou arrumam como está na loja, ou nem pensem em desarrumar. Vamos a exemplos práticos, assim é como deve ser, tentativas desmaseladas de "arrumar", como esta, serão prontamente punidas com o arremesso de algo pesado em direcção ao infractor.
Não façam perguntas estúpidas
Sim, eu sei que é dificil de acreditar, mas os funcionários não sabem onde estão colocados todos os produtos da loja. Se virem alguém na secção alimentar e lhes perguntarem onde é que estão as baterias para carro marca X, não se admirem da resposta. E não! Não temos o tamanho X ou Y daquelas calças ou ténis que tanto queriam comprar.
Uma menção honrosa
Ao tipo que já catou 3 pares de sapatos em dias consecutivos e deixou os velhos que trouxe de casa na loja, parabéns! Estás no bom caminho.
Se estas regras de ouro não forem cumpridas, sujeitam-se a ser seriamente sovados e maltratados por certos funcionários do estabelecimento.
P.S. - Não se esqueçam de levar um fato anti-radiação, pois nunca se sabe quando pode aparecer um dos baratões mutantes ultra-gigantes que habitam o local.
Não vão bebados para a loja
Já é suficientemente dificil atender os clientes que querem "uma coisa assim, mas mais assim" ou variantes, quanto mais um que mal se aguenta em pé. Se forem mudos, tragam um bloco de notas para escrever o que querem.
Desarrumam, compram
Só desarrumem os produtos se tiverem a certeza absoluta de que os vão levar. Se por obra do diabo desarrumarem uma coisa, não a arrumem à vossa maneira, ou arrumam como está na loja, ou nem pensem em desarrumar. Vamos a exemplos práticos, assim é como deve ser, tentativas desmaseladas de "arrumar", como esta, serão prontamente punidas com o arremesso de algo pesado em direcção ao infractor.
Não façam perguntas estúpidas
Sim, eu sei que é dificil de acreditar, mas os funcionários não sabem onde estão colocados todos os produtos da loja. Se virem alguém na secção alimentar e lhes perguntarem onde é que estão as baterias para carro marca X, não se admirem da resposta. E não! Não temos o tamanho X ou Y daquelas calças ou ténis que tanto queriam comprar.
Uma menção honrosa
Ao tipo que já catou 3 pares de sapatos em dias consecutivos e deixou os velhos que trouxe de casa na loja, parabéns! Estás no bom caminho.
Se estas regras de ouro não forem cumpridas, sujeitam-se a ser seriamente sovados e maltratados por certos funcionários do estabelecimento.
P.S. - Não se esqueçam de levar um fato anti-radiação, pois nunca se sabe quando pode aparecer um dos baratões mutantes ultra-gigantes que habitam o local.
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