domingo, abril 15, 2012

Publicidade


Senhores criativos, se "só ficam os resultados"... o depois é a imagem de cima.
(Talvez não seja uma mensagem muito positiva para o produto :)

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Curiosidade da semana

"Adaptador" lido ao contrário é quase "Rodatapada".

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Poupança

Hoje ia a ouvir um pouco de rádio enquanto apreciava o frio da Sibéria que por aí anda, quando ouvi nas notícias alguém dum sindicato ou o raio que o parta a alertar que, por não ter dado ponte no Carnaval, o governo iria gastar mais de 2 milhões de euros só em subsídios de almoço. E que isso, juntando a outros gastos era prova de que não fazer ponte era estúpido.
Eu concordo plenamente, tem que se saber poupar. Melhor ainda, porque não ficarem em casa o ano todo? Pensem no que se conseguiria manter nos cofres do estado só em subsídios de almoço!
Tenho estas ideias brilhantes e nem sequer tirei um curso de economia.

quarta-feira, abril 06, 2011

Carne

Sempre achei um bocado irónico que se usem senhas do talho nas filas de espera do médico.

sábado, janeiro 01, 2011

Seriedade

Há certas coisas que conseguem desviar-nos a atenção por completo do que estamos a fazer ou provocam o riso quando não há razão aparente para tal. É o que acontece, no meu caso, ao tentar ler esta notícia.

"Olha, o Ahmadinejad foi esbofeteado.. HAH!"

Até podia ser a notícia mais séria de sempre, o que interessa é que utilizaram uma variante de esbofetear, é o suficiente para deixar de prestar atenção ao conteúdo da mensagem.

Em alternativa, poderiam também ter utilizado as palavras gandulo, calhou-lhe ou ainda a expressão encher o bandulho.

Assistência técnica

Aqui há coisa de uns dias fiquei sem acesso à Internet. Pensei:
"Lá está isto a ir abaixo, vou fazer outra coisa qualquer e volto daqui a bocado." Fui.
Voltei. "A situação ainda está na mesma, vou ver se tenho algum problema."
Verifico tudo de que me lembro e concluo: "O modem morreu outra vez e vai ter de ser substituído como aconteceu há um ano ou dois.


Telefonar para linhas de assistência técnica não me agrada particularmente, por várias razões. Para começar, são sempre conversas bastante longas (desta vez foram 3 chamadas com uma média de duração de 20 minutos cada [!]), e aqui uso o termo conversas muito ao de leve, porque 90% do tempo é passado em fila de espera, enquanto se aguarda que os tipos façam qualquer coisa ou que nos encaminhem para o departamento XYZ.
Outra, a música que colocam enquanto se espera é sempre, de péssima qualidade sonora (eu sei que é pelo telefone, mas vá lá, esforcem-se um bocadinho), de um péssimo mau gosto e tem a duração de 15 segundos (faz loop, again and again and again).
Somos sempre atendidos por um(a) brasileiro(a) (não tenho nada contra, mas acho curioso falar com tanta gente do Brasil ao telefone, já na Telepizza é a mesma coisa), que nos trata como se fossemos uns completos imbecis que nem sabem ligar uma televisão, quanto mais um computador. Percebo que mais vale partir do princípio de que o cliente é burro e ir explicando tudo ao mais pequeno detalhe (e agora não se esqueça de inspirar!), mas é tão chato.
Depois, os horários da equipa técnica que fica de aparecer em casa são sempre um pouco abrangentes, do género "Algures entre as 15:00 e as 19:00", "Estão aí entre as 19:00 e as 23:00", ou telefonarem quase às 01:00 a perguntarem se ainda queremos que passem por cá, como aconteceu da última vez.
E ainda as desculpas muito pouco convincentes de erros no sistema informático, quando se telefona para lá no dia seguinte a perguntar porque é que a tal equipa técnica não apareceu.

Bom, após uns 3 ou 4 dias sem acesso à Internet, lá aparece um tipo para resolver o problema.
Vinte segundos após contemplar a coisa, vira-se para mim e pergunta:

- De onde é que vem a Internet, daqui?
- Sim.
- É que o cabo está desligado.


Ora, ainda bem que tirei um curso de redes informáticas. (pelos vistos deveriam era ter-me tratado como um imbecil ainda maior pelo telefone)

quinta-feira, novembro 11, 2010

Questão

Há alguém que respeite os limites de velocidade numa auto-estrada?

domingo, agosto 29, 2010

Ciência!

Hoje pus finalmente em prática uma experiência que andava a querer fazer desde há uns tempos para cá.


*Música dramática!*

Foram planeados 3 testes em áreas diferentes, passemos ao relatório:

Teste 1
Zona: Cabeça
Ideia inicial: Isto parece uma boa ideia, deixa só ver se há vídeos de pessoas a tentar isto na internet... Ok, acho que prefiro manter o meu escalpe intacto.
Resultado: Teste cancelado.

Teste 2
Zona: Cara
Ideia inicial: Isto parecia mais inteligente há uns dias atrás.
Resultado: Dói e é estúpido.

Teste 3
Zona: Barriga (área à volta do umbigo)
Ideia inicial: Epah, já que tenho aqui as bandas de cera, experimento. Se calhar era melhor aparar a zona primeiro não?... Bah que se lixe!
Resultado: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH!! *pausa para respirar* AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH!!

Conclusão:
Fazer a barba ou rapar o cabelo com lâminas até que nem é assim tão mau.
Nota: Planear experiências semelhantes com creme depilatório e body groomer e comparar resultados.

domingo, agosto 08, 2010

Grátis: Brinde!

Há uns belos anos atrás, ao comprar um pão de forma ou um pacote de iogurtes (não me lembro de qual deles foi), fui agraciado com uma oferta. Uma oferta que entretanto ficou esquecida no topo dum armário e só há coisa de 3 dias voltei a dar com ela.
O problema é que, tanto na altura como agora, não sei para que é que isto serve. Quando dei por mim a coçar a cabeça enquanto o tentava perceber, olhei para a embalagem em procura de respostas e só lá estava um autocolante com "Grátis: Brinde!" escrito, o que parece querer dizer que nem os tipos que o estavam a oferecer sabiam para que servia. Nem sequer tem nenhuma marca ou sinal a indicar quem o fez.

Mas até que ficou bonito assim, iluminado com o flash.

Arma de arremesso duma tribo qualquer? Ferramenta para uma tarefa incrivelmente específica? Obra dum tipo sem nada para fazer que decidiu colar um autocolante e isto num produto qualquer para lixar a cabeça de quem o decidisse levar para casa? Lixo? Artefacto alienígena?
A única coisa, realista, que me ocorre é ser um pisa-papéis, mas quem é que ia oferecer uma coisa dessas na compra de pão ou iogurtes? Nem sequer é pesado. Mas também quanto peso é que é preciso para segurar uma folha de papel?

O mistério continua?

sábado, agosto 07, 2010

Maravilhas da tecnologia



De facto, consegue aproximar-te do produto, mas acaba por se derrotar a si própria porque, de tanto olhar para ela, nem se repara no que estão a vender.

terça-feira, agosto 03, 2010

Olha mãe!

Fiz queques de morango!

sábado, julho 31, 2010

Mais um dia como os outros

T a conduzir, J no banco da frente, E deitado no de trás.

E: *murmúrio inteligível*
*J vira-se para trás*
J: O quê?
E: Cara é o país onde mais gente morre de repente.
*J vira-se para a frente*
T: O que é que ele disse?
J: Cara é o país onde mais gente morre de repente.
*A viagem decorre normalmente até ao destino*

segunda-feira, julho 12, 2010

Desgraça

Foi estilhaçada à poucos instantes uma das poucas coisas cuja explicação ainda preferia acreditar que era magia. Ao abrir uma pasta de dentes nova, olhei lá para dentro e deu para perceber perfeitamente como é que fazem as riscas sair direitinhas. :<

domingo, julho 04, 2010

Os putos são tão inteligentes

Ah que maravilha é ser puto! Nenhuma obrigação ou responsabilidade e a capacidade de acreditar nas coisas mais estúpidas que é possível serem imaginadas.
Se calhar por ver muito episódio dos Simpsons de seguida, com o Homer a levar porrada de tudo o que é sítio, veio-me à cabeça a noção que tinha de ossos partidos quando era miúdo.
Não ter partido nada na vida (tirando a tola uma vez, mas já pós desmistificação da ideia) nem ter ninguém chegado a partir fosse o que fosse na altura (família, amigos, nada) deve ter contribuído bastante para a criação da teoria.
Para mim, era uma coisa literal. "Fulano partiu um dedo." = O dedo foi fisicamente separado do resto do corpo.
E era para isso que serviam as ligaduras e gesso, para que o membro / dígito recuperasse a ligação (e já agora uma maneira fácil de não os perder).
E esta explicação aplicava-se a tudo o resto, braços, pernas e... cabeça. A cabeça era a única coisa que fazia vacilar esta crença, acreditava que parti-la era o mesmo que ser decapitado. No entanto não fazia muito sentido, se assim era, porque é que não se andava com gesso no pescoço, mas sim com ligaduras no topo da cabeça? Se calhar era para isso que haviam aquelas coleiras brancas e grandes. Além disso «se se "partir" a cabeça, não se morre?», pensava eu.
Felizmente, quando finalmente a parti no parque de estacionamento do... *sigh* Continente, já tinha percebido que as coisas não eram bem assim, ou era capaz de ter ficado bastante preocupado.


"É só um momento, o Sr. Dr. já o atende."

Ainda nessa altura, o vizinho do terceiro andar, teenager dono do seu nariz era uma espécie de ídolo da malta, por se dignar a brincar com o pessoal (grandes sessões de Monopoly que se deram nas escadas do prédio, com o tabuleiro esgotado e espectadores de volta), talvez por não ter grande escolha, na rua era tudo muito mais novo do que ele. Nutria por ele uma espécie de admiração, gigante (alto já de si, quanto mais para minorcas), aspecto quase adulto, parecia saber o que fazia e do que falava.
Esta interacção deu origem à teoria de que quando se chegava aos 18 anos se abria uma porta no cérebro e uma dose extrema de sabedoria e conhecimento vinha por aí fora.
Estava claramente destinada ao falhanço.
No entanto, e apesar de já não acreditar nisso na altura, quando chegou a data dei por mim a pensar:
"Não... continuo o mesmo idiota."

Einstein com 17 anos (esquerda), Einstein com 18 anos (direita)

terça-feira, junho 22, 2010

Prioridades

"O primeiro-ministro mandou, de imediato, uma mensagem de parabéns aos jogadores da selecção." SIC Notícias 21/06/10

Ainda bem que os políticos agem rapidamente nas coisas que realmente interessam, não se pode deixar os tipos da selecção à espera. Têm mais que fazer.

segunda-feira, junho 21, 2010

Reflexos

É uma inside joke.

Nabo, sinónimo de qualidade!

sábado, junho 19, 2010

Boredom

Nada como blocos Lego para animar a criatividade, ou na falta disso...

Não andei a comer muitas Pringles pois não?

quinta-feira, junho 17, 2010

Dança... do contra?

Ontem, lá estávamos nós, tendo acabado de beber um sumo no café do costume, o meu de ananás, o do Emanuel de morango, quando ao sair reparo na folha de papel e penso:

"Que tradução tão estúpida! Pena não ter aqui nada para tirar fotos."

Hoje, lá estávamos nós, tendo acabado de beber um sumo no café do costume, o meu de laranja, o do Emanuel de morango, quando ao sair reparo na folha de papel e penso:

"Espera aí, tenho aqui o portátil, vou tirar uma foto para verem como isto é estúpido."

Um portátil para tirar fotos na rua? Nada mais cómodo, prático e fácil de transportar!

Chego a casa, pronto a gozar com a pessoa que escreveu aquilo, mas antes decido fazer uma pesquisa... Bolas, fica para a próxima.

quarta-feira, junho 16, 2010

Ainda mais coisas que odeio

- O local onde estagiei. Uma empresa que não faço ideia como se mantém em negócio, quanto mais estar em expansão. Onde todos, menos os estagiários, pareciam estar a fazer coisas em tudo opostas a trabalhar. Desde jogar World of Warcraft em rede (virando cuidadosamente o monitor 5º para a esquerda de modo a "enganar" os estagiários), a acompanhar com canto uma guitarra eléctrica (com amplificador, microfone e tudo) a basicamente não fazer nenhum, chegando ao ponto de não perceber qual era a função de um dos funcionários.
Eu e o outro estagiário a exemplificar o método de trabalho da empresa.

- Lençol para um lado, edredão para outro. Ou como eu gosto de lhe chamar, o mistério que perdura desde a minha infância. Não percebo se é da maneira como durmo, do modo como dou voltas na cama, ou seja lá o que for. Mas a verdade é que, invariavelmente, o lençol acaba sempre por cair todo para o meu lado esquerdo e o edredão (ou manta) cai todo para o meu lado direito.
E isto é incrivelmente irritante.


Desde que tenho noção do espaço e do tempo que isto acontece.

- Secar uma mão. Quando por alguma razão molho apenas uma das mãos, tenho de molhar a outra de propósito para as poder secar. É muito desconfortável ter uma mão molhada e a outra seca em contacto com a toalha. BrrRrRr, arrepios.

- Coisas do lado errado. Não são só os pacotes de batata frita abertos ao contrário que me chateiam, há todo um conjunto de coisas que me tocam no sistema nervoso caso estejam / sejam usadas do lado errado. Como por exemplo, o lado da fronha da almofada que tem a abertura tem de estar do lado direito (esquerda de quem está deitado de barriga para cima). Porquê? Não sei.
Ou ainda barrar o pão do lado errado da fatia (o que tem menor superfície de miolo visível).No caso de ser uma sandes, o lado certo fica para dentro em ambas as fatias.
Regra geral, há um modo muito simples de notar a diferença no pão de forma, partindo do princípio de que está na vertical, o lado certo de todas as fatias até chegarmos a meio do pão é o de baixo. A partir daí, é o de cima.
Com pães caseiros já não é tão fullproof porque já são mais irregulares, tendo de se proceder a uma análise mais cuidada.

É tão óbvio fazer a distinção que é escusado dizer qual é qual.

terça-feira, junho 01, 2010

Frio

Estava eu a tentar arranjar espaço no disco quando dei com este vídeo que gravei nos primeiros dias de estadia na Finlândia, claramente efeito secundário da temperatura.



Agora até dava jeito um vento árctico ou dois para arrefecer aqui estas paragens.
E já agora, um before/after que me lembrei de fazer.